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segunda-feira, 23 de julho de 2012

QBU na Janela


Um QBU, como são chamados as pessoas com distúrbios mentais, por nós militares; estava sentado na janela de seu quarto, que fica no sexto andar. Ameaçando pular.
A polícia militar foi acionada, os bombeiros, os familiares, a imprensa, o padre, enfim, ele conseguiu seus quinze minutos de fama.
Os primeiros a chegar ao local foram a PM e os familiares.
Foi então, que subiu até o quarto, um sargento e um aspirante a oficial da polícia militar. O sargento com sua larga experiência, que adquiriu ao longo de seus 23 anos na corporação, foi logo dialogando com o doido da janela.
__ Meu irmão, o que é que você perdeu aí nessa janela?
__ Me bateram. Respondeu o QBU.
__ Ah não! Não me diga uma coisa dessa! Eu quero saber quem foi esse safado que te bateu. Vou dar na cara dele até virar homem!
Disse isso e tirou um facão do cinturão. Continuou:
__ Me conta quem foi, vou cortar ele todinho!
Nisso o QBU, demonstrando surpresa, falou choramingando:
__ Não, não mata ele não!
O sargento, olhando bem nos olhos do doido, disse baixinho e batendo no peito:
__ De hoje em diante, eu e você somos amigos. Mexeu contigo, mexeu comigo.
O QBU acenou afirmativamente com a cabeça, babando e sorrindo.
__ Combinado então? Perguntou o sargento ao doido e estendeu a mão.
O QBU inocentemente, aceitou o aperto de mão do sargento e estendeu sua mão. Nesse momento, claro, foi seguro pelo militar e puxado para dentro do quarto.
O aspirante que até então só olhava a ação do praça, finalmente se movimentou. Ajudou a segurar o suicida, que gritava:
__ Não me bate! Não me bate!
Conseguiram arrastá-lo para o térreo.
Já dominado, o QBU mais calmo, foi encaminhado até a ambulância que ali estava para conduzi-lo a uma clínica psiquiátrica.
Quando este estava dentro da ambulância, riu e apontou para os militares ali presentes:
__ É tudo meu amigo, tudo meu amigo. A gente vai almoçar juntos...


quarta-feira, 27 de junho de 2012

terça-feira, 12 de junho de 2012

Cadê o Toninho?

Esta é uma "pérola" do 193, pois aconteceu com uma médica da regulação do Corpo de Bombeiros, e ela me contou.
Fato ocorrido uns 8 anos atrás, numa ocorrência onde os bombeiros foram acionados, para socorrer várias pessoas que estavam literalmente "espetadas", no arame farpado que cercava o quintal de uma casa. Onde havia um velório.
E realmente, havia mesmo umas 30 pessoas machucadas, onde algumas ainda permaneciam presas ao arame farpado. Para isso foram acionados UR's e a USA dos bombeiros.
Bom, a história é a seguinte:
Estava sendo velado o corpo de um homem e vários parentes e amigos permaneciam ao seu redor. Quando surge na sala, a ex-esposa, recém chegada do norte do país, para o velório. Ao vê-lo no caixão, ela corre em sua direção e o abraça.
Mas, ao apertá-lo com força e devido aos gases que ainda permaneciam no corpo do falecido, fez com que os braços dele se abrissem e de sua boca saísse um som, como se fosse um ronco.
E todos sem exceção, assombrados, fugiram correndo de dentro da casa, aos solavancos, passando um por cima do outro. Dando de cara com a cerca de arame farpado, que foi ignorada. Ficando "espetados".
Tudo isso, tentando fugir do fantasma.
Após a chegada dos bombeiros e as pessoas ainda sendo atendidas, uma voz feminina começa a berrar:
   __Cadê o Toninho?!  __Cadê o Toninho?!
Ela gritava apontando em direção a uma cadeira de rodas; vazia.
O cadeirante havia desaparecido, e o mais impressionante era que ele não tinha nem os braços e nem as pernas.
Foi encontrado rolando numa poça de lama, no meio do quintal.
Parecendo mais uma tartaruga.
O lavaram com uma mangueira, para saber qual sua real situação.
Foi quando alguém fez a pergunta que não queria calar: 
   __Como é que ele foi parar no meio do quintal?
E algum engraçadinho respondeu:
   __Só pode ter vindo parar aqui chutado, cada um que passava por ele, dava um chute. Foi assim que ele chegou tão longe da cadeira de rodas.
(É verdade, é muito cômico, se não fosse tão trágico!)
Foi então que a médica da regulação dos bombeiros, chegou a conclusão de que esse era o caso mais grave, sendo levado pela USA (viatura dos bombeiros, onde tem um médico, para atendimentos de maior gravidade).
Mesmo ele dizendo o contrário, com a voz quase sumindo:
   __Eu bem... Eu bem...

terça-feira, 15 de maio de 2012

Assim Você Mata o Papai

Num sábado a noite, uma jovem ligou no 190, avisando que recebera uma ligação de uma mulher pedindo por socorro.
Afirmou não conhecer quem ligou, mas passou o número que ficou gravado no identificador de chamadas.
A prestativa atendente do 190, anotou o número e retornou a ligação para a suposta vítima.
Ao ligar, a atendente imaginou que falaria com alguém que estivesse em perigo, porém o que ouviu, foi uma música tocando e risadas ao fundo:
"Ai, ai, ai, ai ,ai, ai... Assim você mata o papai..."


Ou seja, ocupou-se uma linha de emergência e um profissional, com uma história fantasiosa. Ridicularizou uma Instituição centenária com piadinhas. Como se numa cidade tão grande, não houvesse mais ninguém necessitando de ajuda. É assim que alguns jovens agem. Sem nenhum amor ou respeito pelo ser humano e pelos profissionais que passam noites em claro, tão somente para ajudar.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Essas Crianças...

Pela voz, parecia ser uma criança com menos de seis anos, porém sabia articular muito bem as palavras.
   — "Moça, preciso de um favor muito grande, olha só é muito sério o que eu vou falar."
   — Pois não, em que a polícia militar pode te ajudar?
   — "É assim, tô sozinho em casa, fui no banheiro agora, mas eu não consigo puxar a cordinha da descarga."
Pensei:  — Pronto, não faltava mais nada naquele plantão.

Hoje Vou Matar Minha Mulher

   —"Hoje eu vou matar minha mulher!"
Essa foi a primeira coisa que um homem, com uma voz de bêbado disse, ao ligar no 190.
   —"Cheguei cansado em casa hoje, trabalhei feito um condenado, com fome e a vagabunda não fez a janta! Isso porque eu ainda passei no bar, pra tomar umas duas cervejinhas."
   —Senhor, qual seu nome?
   —"Paulo." (nome fictício)
   —Onde está sua esposa agora?
   —"Fugiu, saiu correndo, mas quando ela voltar, vai apanhar até morrer."
   —Me passa seu endereço por favor.
   —"É na rua do Chicote, número 13, Jardim dos Boçais." (endereço fictício)
   —Por que ela fugiria? O senhor a ameaçou com alguma arma? Está portando faca ou revólver?
   —"Não vou mentir pra você não, moça. Eu já bati nela, mas ela sempre mereceu, é uma preguiçosa. Chego em casa e as coisas estão por fazer... Nem as minhas roupas ela lava direito."
   —Sua esposa trabalha fora, além de trabalhar em casa também?
   —"Trabalha numa confecção, moleza, fica o dia inteirinho sentada e ainda diz que está cansada. Mulher tem é que apanhar mesmo!"
   —Senhor, às vezes as mulheres se cansam. Ainda mais quando também trabalham fora, aguentam encheção de saco de patrão e no caso dela, passa o dia inteiro na frente de uma máquina de costura. E quando chegam em casa, ainda tem todo serviço doméstico para fazer. Acho que ela espera no mínimo, encontrar um homem carinhoso e que não esteja fedendo a cachaça.
   —"Você diz isso porque é mulher. Tenho certeza que seus colegas não pensam assim!"
   —Não sei como eles pensam, mas sei o que penso. A viatura estará aí logo em seguida, para fazer a escolta de sua esposa até a Delegacia da Mulher, caso ela deseje formalizar um boletim de ocorrência contra o senhor, pela violência doméstica que ela vem sofrendo.
   —"Isso que dá colocar mulher na polícia, se acham as donas do mundo. Mas não vai dar em nada não, tenho as costas quentes e minha esposa não me larga não."
E o pior é que não largam mesmo, ele tem razão!
...Bom, o resto da conversa é tão deprimente que não merece meu esforço para digitar.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Independência, Uma Decisão Solitária

É difícil acreditar que ainda nos dias de hoje, uma pessoa se submeta a ser humilhada, violentada em todos os sentidos, até mesmo no seu direito de ir e vir, em nome do "amor".
Amor não faz sofrer.
Se há algum sofrimento, o que menos existe é amor.
A família não pode ser a desculpa, para a mulher ser subjugada. Em nome dos filhos, da estabilidade e da "moral", algumas mulheres se submetem aos caprichos, machismo e boçalidade de alguns homens.
Com que direitos os homens agem assim?
Com o direito dado pela mulher.

Faz parte da natureza do homem ser o manda chuva, o todo poderoso. Então, quando a mulher permite que estabeleça essa "hierarquia", ela abriu mão de seus direitos.
É muito cômodo para algumas mulheres, deixarem as obrigações financeiras e as decisões relevantes aos companheiros. Dando a eles, a impressão que elas são meras coadjuvantes na relação.
E a maioria delas, passa a vida toda acreditando nisso.
Esse é o xis da questão.
Desde sempre foi assim, tornando uma prática normal, corriqueira.
Por isso, essa dificuldade imensa em colocar na cabeça das mulheres que isso não é normal! É uma pichação aos direitos mais básicos.
Mesmo tendo acesso a educação, mesmo garantindo sua estabilidade financeira, as mulheres aceitam essa imposição que a sociedade acatou.
Por comodismo e para não ser confundida como uma pessoa vulgar. Porque se ela não é uma dona de casa exemplar, é uma vagabunda.
Mulher solteira não tem valor moral, então, antes casada e subjugada, do que solteira e vadia.
Certo?
Errado!
Não é preciso ser casada para ser digna e honesta, tão pouco solteira para tornar-se uma qualquer. Isso tem a ver com caráter e criação. E estar na companhia de um homem não muda nada. O fato é, ele é apenas humano, nem melhor, nem pior. Uma pessoa com defeitos e qualidades, vontades, sentimentos, medos, desejos, fome, sede, frio e calor... Ou seja, as mesmas necessidades que as mulheres. Por que serem tratados como deuses?
De novo a resposta é a mesma. Porque as mulheres aceitam assim.
Mas por que elas agem assim?
Para toda revolução houve guerra. Guerrear sempre deixou rastros de sangue, inocentes foram sacrificados e algumas vezes a vitória não compense tanto esforço e energia.
Pois sempre vai haver quem diga o contrário. E de certa forma, mudar pode não ser a melhor solução para a maioria das "Amélias".
Cansa dar murro em ponta de faca.
É uma decisão solitária.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Curiosidades Infantis

Certa vez, estava eu fardada, num ponto de ônibus aguardando o mesmo. Indo para mais um plantão.
Do meu lado tinha uma senhora com um garotinho, de mais ou menos 4 anos.
Ele cutucou a mãe, puxando sua saia e disse baixinho:
"Mãe, mãe. Óia só a muié, tá com roupa de homem!"
E a mãe respondeu:
"Não meu filho, ela não está vestida de homem. Existe policial mulher também".
E o menininho não conformado:
"Ela vestiu a roupa de homem sim!"
Falei nada...



sábado, 11 de junho de 2011

Proteção ao Consumidor

Recebemos um ligação de uma 'garota de programa', que estava num hotel de luxo em Goiânia, atendendo a um 'cliente'. Onde o mesmo se recusava a pagar pelos serviços da moça.
Motivo: Ela estava naqueles dias, sendo por isso devolvida pelo cliente.
A moça queria saber, onde ela poderia fazer uma ocorrência contra o sonegador.

(PROCON?!... )

Não seria Giroflex?

Um rapaz ligou no 190 deseperado, porque o ex-marido de sua namorada estava no portão de sua casa, esmurrando o mesmo.

"Vem rapidinho, fazendo barulho, com a sirene e o circunflexo ligado!"

Circunflexo!??
   
                                 

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Envenenei o Ladrão

Esse relato me foi repassado por um colega.
Este recebeu uma ligação de uma senhora desesperada. Ela havia colocado Chumbinho (produto clandestino, irregularmente usado como raticida) dentro de uma panela, misturado com restos de comida. Que seria colocado numa ratoeira, pois havia em sua casa muitos ratos.
Porém, antes de colocar a comida na ratoeira, ela foi à igreja.
Ao retornar, notou que sua casa havia sido arrombada, houve furto de vários objetos e o pior de tudo, o ladrão comeu a comida envenenada que estava em cima do fogão.

E agora meu filho? E se ele morrer, a culpa vai ser minha?
Indagou a preocupada senhora.

Boa pergunta.
E agora?!

...E a culpa é sempre da Polícia!

sexta-feira, 13 de maio de 2011

A Arma Era Bem Pequenininha

Um rapaz com uma voz afetada (é claro que digo que a voz é afetada, sem preconceito algum, somente para explicar).
Bom, ele ligou solicitando uma viatura, pois havia sido vítima de roubo. Onde subtraíram o seu aparelho de celular.
E ao ser indagado sobre qual tipo de arma o autor usava, ele disse:

Olha só linda, a arma eu não vi, eu acho que devia ser bem pequenininha, porque eu não vi não... Mas eram dois molequinhos, pivetinhos mesmo. Eu entreguei o celular, sei lá o que eles poderiam fazer comigo, nunca se sabe o que passa na cabeça dessas crianças de hoje em dia, num é, fofa!

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Atrás do Volante

O trânsito está cada vez mais violento. E até mesmo as mulheres andam bem estressadas.
Uma atendente recebeu uma ligação de uma senhora muito nervosa:

    "Olha moça, tem uma loira num Celta vermelho me perseguindo, buzinando e xingando..."

Tudo indicava ser uma daquelas discussões de trânsito, onde alguém distraidamente 'dá uma fechada' em outro veículo e apartir daí, começa uma lamentável demonstração de falta de bom senso e educação. Onde alguns motoristas se acham no direito de xingar, agredir e até mesmo tirar a vida do outro, deixando para trás a civilidade e agindo literalmente como os homens das cavernas.

Voltando a ocorrência, foi pedido à suposta vítima, sua localização e se possível a placa do veículo que a seguia. O que foi passado e nesse caso, repassado para as viaturas da área.
Porém a solicitante não satisfeita, ainda disse mais algumas coisas desagradáveis sobre a tal loira do Celta, proferindo palavras de baixo calão, demonstrando ser tão ignorante quanto a outra:

    "Certo era meu primo, que dizia que vagabundo tem é que morrer! Ah se eu fosse uma delegada, eu metia um tiro no meio da cara dessa...(censurado)"

Desabafou e desligou sem mais nem menos.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Afogando no Vaca Brava

Para quem vive em Goiânia, sabem muito bem onde fica o Parque Vaca Brava aqui na capital, com seu pequeno bosque de vegetação nativa e seu belo lago.
E foi desse parque, de onde originou uma ligação para o 190.

Um rapaz desesperado, dizia que seu amigo estava afogando no lago do Vaca Brava. E que o mesmo estava embriagado e pedia por socorro.
Imediatamente o atendente acionou o Corpo de Bombeiros.
Porém, havia uma viatura da Polícia Militar nas redondezas do parque, esta foi a primeira a chegar no local do afogamento.
E pasmem, realmente havia um bebum no lago. Mas esse não estava afogando, apenas tomando um banho refrescante, numa noite quente. Segundo ele mesmo.
Ele se recusava a sair de dentro do lago. Dizia que precisava melhorar da cachaça e que a água estava muito boa.
Finalmente os amigos conseguiram retirá-lo do lago e o bombeiro dispensado.
Seria hilário, se não houvesse o perigo real e iminente de um afogamento. Sem contar que é vandalismo.
Devido às circunstâncias, todos foram orientados e liberados.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

A Lata de Leite Condensado

Quase todos os finais de semana, os vizinhos de uma casa específica, ligam para o 190, devido a uma briga de um certo casal. Confusão essa, que sempre termina em pancadaria.
E quando os policiais chegam ao local, encontram a mulher chorando, com sinais de agressão, mas ela sempre se recusa a formalizar a ocorrência. Dizendo que está tudo bem, que é apenas um desentendimento passageiro.
Cansado de ouvir sempre a mesma desculpa, certa vez o comandante da viatura, decidiu conversar em particular com a vítima. Enquanto isso, o outro policial continuou no interior da casa, mexendo numa lata de leite condensado, que estava aberta em cima de uma mesa.
Nesse dia, a vítima finalmente resolveu se abrir:

"Olha moço, eu tenho muita vergonha de falar essas coisas, mas já não aguento mais viu. Meu marido insiste em fazer algumas coisas comigo, que eu não admito. Todo fim de semana ele inventa uma nojeira diferente. Dessa vez ele queria que eu fizesse sexo oral, mas antes ele colocou o 'negócio' dele dentro da lata de leite condensado..."

Antes que ela terminasse a frase, o outro policial, saía de dentro da casa segurando uma lata de leite condensado, a dita cuja que provocou toda aquela confusão. E ao ouvir aquilo, o militar começou o cuspir e a sentir ânsias de vômito.
Ele obviamente havia tomado o conteúdo da latinha.

Bom, depois desse episódio, dá para imaginar a gozação.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

domingo, 24 de abril de 2011

O Intérprete da Presidenta

Às vezes recebemos ligação de cada figura.
E uma dessas ligações era de um senhor com uma voz imponente, um tanto quanto autoritário e com uma certa ironia.
O mesmo afirmava ter perdido seus documentos e naquele momento, estava tentando embarcar num ônibus para Brasília, no terminal rodoviário. Mas, estava sendo impedido pelo motorista, porque não portava os documentos pessoais.
Então foi orientado a entrar em contato com a delegacia, já que existe uma bem próxima do local.
Ele então pediu o número do telefone. E foi-lhe repassado todos os números disponíveis.
Não satisfeito, disse que ele deveria ter um atendimento diferenciado, que aquele procedimento não estava à sua altura, que era dever da polícia militar fazer a ligação e resolver tudo.

Eita!

"Olha só, eu sou um dos intérpretes da Dilma. Perdi meus documentos quando estava com ela, nessa última viagem que fizemos a Pequim, na China. Estou indo à Brasília de ônibus para não ser reconhecido pelos repórteres..."

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Quero Dormir

Perturbação do sossego com certeza é o recordista das reclamações noturnas.
Um caso desses veio de um vigilante, reclamando da algazarra promovida na madrugada, por alguns jovens em uma praça.

"Moça, tem um bando de arruaceiros aqui na pracinha perto do centro espírita, onde eu sou o vigilante. Estão bebendo, cantando e com certeza estão usando drogas. Não consigo dormir, a bagunça é grande demais!"

Apesar da atendente enviar a viatura para apaziguar a bagunça, ficou a pergunta no ar:
Se ele é vigilante, não deveria permanecer acordado?